“Sendo a nossa capacidade formativa de 1.500 a 1.600 médicos [por ano], não devem ser ultrapassadas essas vagas. Atualmente há cerca de 1.800 alunos formados por ano.”














“Os profissionais não terão a qualidade necessária para prestar cuidados de saúde de topo. Ficarão a trabalhar como tarefeiros, a fazer trabalho indiferenciado, o que levará a alguma precariedade”, alertou Alberto Abreu da Silva.












Médicos querem substituição da Administração do Sistema de Saúde


“O processo de escolha foi inquinado desde o início. Já aconteceu o ano passado e a ACSS continua a cometer os mesmos erros, este ano ainda mais graves. Como o presidente da ACSS pode passar incólume? Já devia ter sido substituído há muito”, afirmou à Lusa o presidente do Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães.