“Geralmente as soluções únicas nem sempre são as melhores. Pense-se a sério não em ter uma prova, mas em ter um processo. Por exemplo, melhorar a formação inicial, definir qual é o perfil de formação que se pretende dos professores. O ministério tem responsabilidade, o ministério é que contrata. A seleção deve retratar esse perfil. Depois de definido esse perfil é mais fácil avaliar até que ponto é que esse perfil está a ser adequado ou está a ser cumprido”.