Registados mais 111 óbitos e 1.502 novos casos de infeção por covid-19 em Portugal, nas últimas 24 horas. Dados revelados pelo mais recente boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, o país contabiliza um total de 15.522 vítimas mortais e 788.561 casos confirmados.

Há menos 350 doentes em enfermaria (4.482) e menos 32 em Unidade de Cuidados Intensivos (752). 

A maioria das vítimas mortais ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo (59), as regiões Norte e Centro registaram o mesmo número de óbitos, 20 cada, segue-se o Alentejo com dez e o Algarve com duas mortes. 

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Nas últimas 24 horas, recuperaram da doença 8.865 pessoas, fazendo subir para 677.719 o número de recuperados desde o início da pandemia em Portugal. Há 16 dias consecutivos que o número de recuperados supera o de novas infeções.

Os casos ativos em Portugal também registam um decréscimo, tendo ficado abaixo da barreira dos 100 mil, algo que não acontecia desde 8 de janeiro. Assim, existem neste momento 95.320 pessoas com o vírus ativo, menos 7.474 em relação a segunda-feira. 

No sentido inverso, as autoridades de saúde têm agora em vigilância 123.180 contactos, mais 1.502. 

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas mais 610 novas infeções, contabilizando-se até agora 296.820 casos e 6.394 mortes.

A região Norte tem hoje 406 novas infeções por SARS-CoV-2 e desde o início da pandemia já contabilizou 322.511 casos de infeção e 5.070 mortes.

Na região Centro, registaram-se mais 300 casos, acumulando-se 112.694 infeções e 2.765 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 65 casos, totalizando 27.852 infeções e 898 mortos desde o início da pandemia em Portugal.

A região do Algarve tem hoje notificados 70 novos casos, somando 19.472 infeções e 308 mortos.

A Madeira registou 46 novos casos e a região Autónoma dos Açores registou apenas um novo caso nas últimas 24 horas. 

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

Cláudia Évora