O despacho de arquivamento salienta ainda que «pese embora a profusão de notícias e opiniões geradas em torno da temática, não se encontra referência objetiva» da ministra da Justiça à pessoa de qualquer dos assistentes (Hugo Tavares e Paulo Queirós) ou a alguma outra, e «não se deteta, também nos concretos elementos e referências noticiosas trazidas aos autos, a menção ao público" por parte da ministra a "específico ilícitopenal, sabotagem informático ou outro».




A magistrada considerou inútil proceder a interrogatório da ministra como arguida, pois que «se entende não resultar dos dados carreados fundada suspeita da prática de qualquer crime».