"É um erro, foi um erro e todos cometem erros", disse Paula Teixeira da Cruz aos jornalistas, no final do debate sobre a criação do Estatuto da Vítima, que decorreu hoje no parlamento.


"Não me parece que se trate de estar a utilizar a estrutura administrativa do Estado para questões eleitorais", disse a ministra aos jornalistas à saída da Assembleia da República.


"Se eu, na linha de uma ética republicana, nem consinto que o Estado me pague o telemóvel, quanto mais utilizar a estrutura administrativa do Estado para fazer propaganda eleitoral", sublinhou Paula Teixeira da Cruz, que, à semelhança do que havia dito no hemiciclo, voltou a negar ter utilizado as estruturas do Estado para fins eleitorais.
















"Estamos perante uma situação gravíssima e sem paralelo na democracia portuguesa. O primeiro-ministro tem de dar urgentemente explicações se esta situação está localizada no Ministério da Justiça ou se, tal como o PS suspeita, se poderá estender a outros ministérios", declarou Ferro Rodrigues.