“Um dia ou dois depois de eu ter feito o depósito bancário no Funchal, Paulo Pereira Cristóvão mandou-me deitar fora a roupa e o boné que usei e, depois de eu o ter questionado porquê, disse apenas que me pagava o valor da roupa”, afirmou Rui Martins.



“A 19 de dezembro de 2011, pediu-me dados pessoais para comprar bilhetes de avião e ordenou-me que fosse à Madeira fazer um depósito”, explicou, acrescentando: “A pedido dele não assinei o meu nome no talão de depósito, fiz apenas um rabisco (...) e quando regressei a Lisboa entreguei o talão à secretária”.












“Havia jogadores que eram mais problemáticos, o que me era pedido era para ver se eles estavam em casa a partir de certa hora. Eu passava pelas casas e via se havia luz acesa e se os carros estavam estacionados”, explicou, como reporta a Lusa.