“Excecionalmente e apenas em caso de necessidade, as vigilâncias podem ser asseguradas por um docente por sala, desde que haja, em média, um vigilante suplente a acompanhar cada quatro salas de teste”, lê-se numa comunicação enviada às escolas, por correio eletrónico, pelo secretariado da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE ).




“Estranhamos essa informação porque chegou um quarto de hora antes de os alunos entrarem para a sala e em todas as situações de exames são necessários dois professores vigilantes na sala”, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira.


“É um mau princípio, esta sim é uma situação anormal”, disse o professor quando questionado sobre a forma como estava hoje a decorrer o teste, sob um pré-aviso de greve emitido por várias organizações sindicais, entre as quais a Federação Nacional dos Professores (FENPROF).