«Em termos operacionais, de facto, é preocupante. Os ataques de lasers são feitos de uma de três maneiras: ou pela iluminação de uma discoteca, de um acontecimento noturno em que há um laser bastante potente que incide na aeronave que está a aterrar ou a descolar, ou por alguém na brincadeira, geralmente com um laser pequeno, ou com o intuito de pirataria mesmo, com dolo e intenção», explicou à agência Lusa Miguel Silveira, presidente da APPLA.


«Pode causar cegueira momentânea ou reproduzir imagem dupla na retina. Estes efeitos podem durar algum tempo, o que leva a que o piloto que está a aterrar possa ficar sem ver temporariamente, que podem ser minutos. Ou seja, [o piloto] pode deixar de ver precisamente quando mais precisa de ver, que é para aterrar o avião»




«Quase todos os países já têm isto incluído na lei (…). Obviamente, achamos que deve haver uma regulamentação (…) que vá penalizar isso. Mas, antes da penalização e da lei, o que eu gosto mesmo que se faça e o que esta associação gosta que se faça é que haja um esclarecimento das pessoas»






Redação / CP