O Tribunal de Faro decretou prisão preventiva ao suspeito de abusar sexualmente de uma menina de 6 anos, em Faro, e prisão domiciliária a duas familiares da menor, que consentiam os encontros, disse esta segunda-feira à Lusa fonte policial.

Segundo a mesma fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Faro, as duas mulheres ainda se encontram detidas, aguardando a instalação do equipamento eletrónico necessário para ficarem em prisão domiciliária.

O homem, de 47 anos, e as duas mulheres, alegadamente a mãe e a avó da menina, são suspeitos de estarem envolvidos na prática de crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual, situação que foi denunciada à PJ por um anónimo.

Durante a investigação à denúncia, a PJ conseguiu “definir o local da ocorrência”, assim como “os seus intervenientes”, nomeadamente a vítima e o suspeito de abuso sexual.

De acordo com a PJ, as duas mulheres seriam responsáveis por “favorecerem os encontros com o suspeito”.

O homem é “um indivíduo conhecido e com antecedentes criminais pela prática de crimes da mesma natureza”.

Os atos sexuais “foram perpetrados no interior da residência do suspeito”, um local onde a criança “era deixada por várias horas, desprotegida e exposta perante o agressor”.

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