As buscas pelo corpo de Beatriz Lebre no rio Tejo foram esta sexta-feira suspensas, mas foi encontrado um bastão na quinta-feira, que terá sido utilizado pelo alegado homicida para matar a vítima. 

A Polícia Judiciária (PJ) é que pede aos mergulhadores para realizarem as buscas, mas a TVI sabe que esse pedido não foi feito.

A notícia avançada pela TVI, na quinta-feira, dava conta de que um estudante universitário de Lisboa tinha sido detido, indiciado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. 

Este estudante de psicologia, de 25 anos, terá confessado à PJ que matou a colega de 23 anos e que enterrou o corpo junto ao rio Tejo. 

Rúben Couto deverá ser esta sexta-feira presente a primeiro interrogatório judicial. 

Os factos ocorreram na noite de 22 de maio e em causa está uma relação obsessiva e um crime motivado por ciúmes. Terá sido cometido na casa da vítima, uma vez que os inspetores encontraram vestígios de sangue na habitação.

Natural de Elvas, Beatriz estava a viver em Lisboa na casa de um familiar. Foram os pais que participaram à PSP o desaparecimento, mas o simples desaparecimento de uma jovem maior de idade não é crime - existindo sempre a hipótese de ter ocorrido voluntariamente.

A PJ acabou por ter conhecimento do caso e, face a indícios recolhidos, na última sexta-feira passou a ser investigado pela secção de homicídios da diretoria de Lisboa, que avançou para o pior cenário.