"O que começou por ser um exercício muito simples, acabou por tornar-se também numa obra de arte", explicou à Lusa o arquiteto Francisco Salgado Ré, um dos autores do projeto, sublinhando que a sequência de imagens, composta por 180 tábuas pintadas à mão, funciona como "frames [imagens fixas] de um filme".





"Tentámos criar um ponto de interesse e de paragem num percurso extenso e algo monótono, abrindo espaço para apreciar a paisagem e o pôr-do-sol e tornando aquele espaço numa espécie de miradouro", observou.





"Penso que demos um contributo coerente para que Vilamoura tivesse infraestruturas âncora, projetos integrados numa estratégia política e urbana bem conseguida", concluiu.