“Vi muita coisa naquela creche, desde darem sapatadas e bofetadas às crianças, retirarem-lhes os brinquedos, insulta-las, colocarem-nas numa sala sem luz e em cadeiras de automóveis como castigo por se portarem mal”, disse a testemunha perante o coletivo de juízes do Tribunal São João Novo, no Porto.










“Muitos dos meninos choravam porque elas [educadoras e auxiliares] não as deixavam brincar, cantar ou fazer barulho”, salientou.