Entrou esta segunda-feira em vigor a segunda fase de desconfinamento em Portugal, o que permitiu a reabertura de várias atividades. Ainda assim, e como forma de conter a pandemia de Covid-19, o Governo decidiu prorrogar a situação de calamidade até ao fim do mês de maio.

O Conselho de Ministros publicou no dia 17 de maio o documento que regulamenta as normas da nova fase de desconfinamento. Uma das novidades está relacionada com o acesso às praias, onde volta a ser possível ir ao mar.

Até aqui, o acesso à água era apenas possível para praticantes de desportos náuticos.

Com efeito, o documento continua a referir um "dever cívico de recolhimento obrigatório", mas alarga as "deslocações autorizadas".

Entre elas estão as "deslocações para efeitos de fruição de momentos ao ar livre, designadamente em parques, nas marginais, em calçadões, nas praias, mesmo que para banhos, ou similares".

O mesmo documento acrescenta ainda a permissão de deslocações para a frequência de formação e realização de provas e exames. É o caso do regresso das aulas de condução, por exemplo.

No passado dia 15 de maio, e depois de analisada a primeira fase de desconfinamento, o primeiro-ministro anunciou as medidas que se seguiriam na "reabertura do país".

Nessa mesma apresentação das medidas, António Costa apresentou o plano para a abertura da época balnear, marcada para 6 de junho, e que será marcada por regras de acesso muito específicas.

Em Portugal, morreram 1.247 pessoas das 29.432 confirmadas como infetadas, e há 6.431 casos recuperados, de acordo com a DGS.

António Guimarães