A investigação de Tancos está longe de chegar ao fim. Depois de terminado o inquérito ao furto e recuperação das armas, o Ministério Público investiga dentro da própria casa. Foram extraídas certidões para investigar a procuradora do Departamento de Investigação e Ação Penal, Cândida Vilar, suspeita de ter interferido no caso: em causa estão crimes de denegação de justiça, prevaricação e favorecimento pessoal.

Outras duas magistradas do Algarve também estão debaixo de olho, como a TVI já tinha denunciado. Isabel Nascimento, que na altura estava no DIAP de Loulé, e Helena Miguel, do mesmo Departamento de Investigação e Ação Penal, terá sido fonte de informação dando conta de como  corria a investigação a Lima Santos, sargento da GNR envolvido em toda a encenação.