«O Ministério da Educação tem de ser mais rápido a agir, porque não podemos pedir aos professores sem certificação para fazer as orais», contou à Lusa Filinto Lima, explicando que, neste momento, o problema «ainda não está a causar grandes efeitos negativos, porque a maioria das orais deverá começar na próxima semana».




«Há um atraso na certificação e o ministério tem de agilizar este procedimento administrativo», alertou Filinto Lima.