«Estamos a mobilizar muitos colegas e a apelar a que se concentrem à porta das escolas onde vai decorrer a PACC, possivelmente numa escola por cidade ou região», disse à Lusa André Pestana, do movimento Boicote&Cerco, que já tinha sido responsável pela organização de vários protestos na primeira edição da prova, em dezembro de 2013.






«É mais fácil justificar cortes na educação, dando a ideia de que os professores não estão preparados», disse André Pestana, afirmando que o objetivo do Ministério da Educação e Ciência (MEC) é «atirar areia para os olhos».


















«Chegaremos a uma situação em que teremos apenas um número residual de professores a fazer a prova», disse.