O trânsito entre a zona do Marquês de Pombal e São Bento, em Lisboa, vai sofrer fortes restrições na quinta-feira, a partir das 13:00, por causa da manifestação conjunta de profissionais da PSP e da GNR.

Os manifestantes vão concentrar-se a partir das 13:00 na praça do Marquês de Pombal, passando pelas ruas Brancaamp, avenida Alexandre Herculano, Largo do Rato e rua de São Bento, em direção à Assembleia da República.

O Cometlis avançou que a calçada da Estrela, na zona da Assembleia da República, será encerrada ao trânsito a partir das 8:30, pelo que a circulação do elétrico 28 não se efetuará. Em alternativa poderá ser utilizada a rua Borges Carneiro e, até à altura do início do desfile, a rua de São Bento.

Após o início do desfile em direção à Assembleia da República, as artérias adjacentes sofrerão um forte condicionamento de trânsito, havendo cortes momentâneos nas ruas que convergem com o percurso da manifestação e corte total da Avenida Dom Carlos I, a partir da calçada Marquês de Abrantes, aquando do início do desfile”, avançam as autoridades.

Atendendo ao previsto condicionamento da circulação rodoviária, a PSP aconselha aos cidadãos a utilização preferencial de transportes públicos para deslocações naquela zona da cidade de Lisboa. A PSP sugere que, se for precisa a intervenção das autoridades policiais, os cidadãos podem ligar para o Cometlis, pelo número 217654242, ou em caso de emergência para o 112.

Entretanto, já esta quarta-feira, a PSP isolou a zona da Assembleia da República, em São Bento, com barreiras metálicas e blocos de betão, para impedir qualquer acesso às escadarias e acessos ao parlamento.

Fonte policial disse à Lusa que, em relação a este protesto, a competência da segurança do recinto exterior da Assembleia da República é da competência da Direção nacional da PSP, em coordenação com a segurança do parlamento.

Profissionais da PSP e da GNR realizam na quinta-feira, em Lisboa, uma “manifestação conjunta e pacífica” para exigir ao novo Governo “a resolução rápida” dos problemas que ficaram por resolver na anterior legislatura.

 
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