Os incêndios de outubro de 2017, na região centro, mataram 50 pessoas, deixaram várias desalojadas e destruíram dezenas de habitações. Dois anos depois, falta concluir a reconstrução de 30 casas.

No centro do país ainda há dezenas de casas do programa de reconstrução que não estão concluídas e outras tantas empresas por apoiar, na sequência dos violentos fogos que atingiram mais de três dezenas de municípios e fizeram 50 mortos.

As chamas deixaram feridas 70 pessoas e reduziram praticamente a cinzas 1500 casas e mais de meio milhar de empresas, com prejuízos de quase 300 milhões de euros.

Segundo a comissão de coordenação e desenvolvimento regional do centro, das 822 habitações permanentes incluídas no programa de reconstrução, falta acabar obras em 30.

Já foram apoiadas 372 empresas e mantidos ou criados mais de 4200 postos de trabalho.

O trabalho de remoção da madeira queimada só acaba dentro de 2 ou 3 anos.

Já a reflorestação, não vai nem em metade da área inicial prevista.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve esta terça-feira em Tábua para homenagear as vítimas mortais.