“Podemos olhar para os 21 mil processos de incumprimento e de alteração [da regulação das responsabilidades parentais] que acontecem todos os anos e para os milhares de processos pendentes, para aferir que é um problema grave e que tem de haver políticas públicas efetivas para combater isto”, alertou o presidente da APIPDF, Ricardo Simões.




“Corresponde a uma taxa de incumprimento de 132%, ou seja, por cada regulação temos 1,3 processos de incumprimentos”, frisou.





”O ponto de partida deve ser que o convívio da criança com ambos os progenitores seja igual ou tendencialmente igual”, afirmou Ricardo Simões.






“A lógica de que a residência alternada só funciona se os progenitores se derem bem não é verdade. A evidência científica demonstra o contrário e a prática, já de tribunais em Portugal, prova que é possível diminuir o conflito e que, a prazo, os progenitores acabam por cooperar”, argumentou, como reporta a Lusa.