"Apesar de serem construções ilegais, não faremos nenhuma demolição tratando-se de primeiras habitações, sem ter havido o realojamento prévio das populações", disse aos jornalistas Jorge Moreira da Silva, em Faro, no final de uma reunião de quatro horas com autarcas e representantes dos moradores dos ilhéus da Ria Formosa.






"Todos nós gostaríamos de ter uma solução que evitasse algum tipo de sacrifício. Mas, sabe-se que não é possível construir em zonas de domínio público, e construir de uma forma ilegal", destacou


"Este é um processo que como se costuma dizer, tem barbas. Não é um processo que tenha começado com este Governo", frisou.