No julgamento do homicídio do triatleta Luís Grilo, as defesas de Rosa Grilo e do amante, António Joaquim, continuam a questionar a investigação coordenada pela Policia Judiciária

Esta terça-feira foi a nona sessão do julgamento e o tribunal ouviu uma especialista em química, testemunha arrolada pela defesa de António Joaquim.

A defesa insiste na impossibilidade de existir ADN no interior do cano da arma do amante de Rosa Grilo. Segundo a investigação, a arma terá sido lavada com lixívia e danificada.

As defesas querem provar que é impossível encontrar vestígios biológicos numa arma manipulada e assim invalidar a prova.

A nona sessão decorreu já sem a presença do pai de Rosa Grilo, expulso na sessão anterior.

Também nesta sessão foram ouvidos colegas de trabalho de António Joaquim, que enalteceram as suas qualidades profissionais.

Na próxima terça feira serão ouvidas as últimas testemunhas e está previsto o início das alegações finais.