"Não estava nada à espera [de vencer]. É bom ter o reconhecimento pelo trabalho. Esta é uma profissão isolada e é bom saber que se está no caminho certo", revelou Eduardo Leal à agência Lusa em Londres, onde foram entregues os prémios numa cerimónia de gala.




"Depois foi uma questão de procurar a melhor hora e boas perspetivas para fotografar e criar uma série uniforme", explicou Eduardo Leal, produzindo assim "algo bonito, apesar de ser um problema".




"Ao contrário do fotojornalista, que trabalha com base nas notícias e histórias do dia a dia, o fotógrafo documental trabalha num espaço de tempo alargado e de forma mais profunda", vincou.