“Para o Manuel, essa questão é importante. É uma questão de honra, de consciência, de humanidade, dos valores que fazem de nós pessoas”, justificou.


“Se os factos que resultam do inquérito e da prova estivessem na acusação, o tribunal não precisava de proceder à alteração. O problema tem a ver com a acusação, que tal como estava formulada não permitia concluir que o Manuel disparou um tiro na avó e outro na filha”, acrescentou.


Redação / MM