O stress profissional extremo foi classificado como doença pela Organização Mundial de Saúde. É o que geralmente se classifica como "burnout".

Há, no entanto, profissões mais expostas: bancários, jornalistas, comissários de bordo, profissionais de saúde e professores estão entre os que mais sofrem de "burnout".

Teresa teve um burnout há cerca de dois anos. Trabalhava num banco no pico da crise, que acabou por ganhar muitas formas para lá do dinheiro.

Dados de 2016 revelavam que o burnout afetava cerca de 14% da população, mas que mais de 80% estava em risco de sofrer esgotamento laboral.

Quem tem um esgotamento laboral começa por sentir cansaço físico, psicológico e emocional. Sente depois uma despersonalização, distancia-se dos outros, deixa de sentir empatia. A realização profissional desaparece, a frustração aumenta e alastra-se à vida pessoal.

O burnout não tem cura imediata, mas há trilhos que podem tornar a caminhada menos difícil. “Mindfullness” e meditação podem ajudar a combater o stress no dia a dia