“Salientamos que é estranho, por um lado, porque há pedidos como, por exemplo, o da passagem das 40 para as 35 horas, que só se faz no setor público, quando o setor privado tem exatamente as mesmas horas e só há greve no setor público, o que é de facto estranho”, afirmou Paulo Macedo aos jornalistas, depois da conferência “40 anos Farmácia e Cultura”, a celebrar as quatro décadas da Associação Nacional das Farmácias.

O ministro da Saúde realçou, por outro lado, que “estão marcadas reuniões precisamente com os sindicatos, e as negociações estão em curso”, o que levou o governante a afirmar que “é estranho quando há negociações ao mesmo tempo que greve”.







Redação / PP