“Gostemos ou não, vamos chegar cada vez mais depressa a situações em que temos de fazer escolhas difíceis”, disse Francisco Ramos, justificando a sua ideia avançada no seminário.


“Foi uma decisão tardia de uma tecnologia de custo efetivo, mesmo ao preço inicialmente proposto, que se arrastou por tempo demais. Foi uma decisão precipitada por um episódio que não podia ter acontecido na Assembleia da República [com um doente a pedir ao ministro da Saúde para não o deixar morrer] e que vai levar nos próximos meses a um sobre uso da tecnologia, com consequências que ninguém sabe,”, disse.




“Não aceito que, para evitarmos esta discussão, estejamos condenados a deixar de fora o acesso a algum tipo de cuidados que se venham a revelar de custo efetivo, como no caso do medicamento para a hepatite c”, disse.














Redação / MM