O swing, troca sexual entre casais, tem ganho muitos adeptos nos últimos anos em Portugal. Só na zona da Grande Lisboa há cerca de 5 mil casais inscritos em clubes privados.

Uma equipa da TVI falou com alguns destes casais e esteve num destes clubes.

É um espaço público de convívio mas também de acesso restrito. Chama-se Glamour e pouco mais podemos adiantar.

A sua localização, quem são os seus clientes e o que acontece aqui dentro é segredo, mas diz quem frequenta que o limite são as fantasias de cada casal.

Para falar de swing, pedimos ajuda a quatro casais praticantes e convidámo-los a partilhar algumas das suas experiências connosco.

Além das entrevistas, fomos convidados a presenciar um encontro privado casual e de convívio puro entre swingers.

Convite feito, aceite e a noite registada tal como aconteceu. Conversa, jantar e sexo.

Mas o swing é muito mais do que sexo e troca de casais. Começa sempre da mesma maneira, curiosidade e expectativas.

Nem sempre corre bem e a primeira vez pode ser traumática. Por isso, o truque é ir com calma.

A timidez apagada pela descoberta e concretização de uma fantasia.

Os ciúmes iniciais, diz quem sabe, vão desaparecendo com o tempo.

O swing, em ultima análise é um estímulo que pode cimentar uma relação. É nesta fase que alguns casais começam a ligar-se a este mundo e normalmente tudo começa na internet.



Mas a curiosidade é aguçada pela vontade de concretizar alguma fantasia sexual, quer seja do homem ou da mulher.

Fantasias partilhadas por milhares de pessoas, o swing tem crescido muito nos últimos anos, ao ponto de existirem já meia dúzia de clubes (bares ou discotecas) em Portugal de acesso restrito.

Mas a maioria dos swingers prefere concretizar fantasias em encontros mais pessoais em residências.
Redação / Miguel Fernandes