A SATA está à beira da falência e acumula prejuízos todos os anos. O sindicato do pessoal de voo acusa a empresa de má gestão, duplicação de despesas, compadrio e desvio de fundos para os cofres e as ações patrocinadas pelo Governo regional. 

Há aviões novos parqueados em terra enquanto os habitantes das ilhas do Faial, Pico e S. Jorge acusam a empresa de não garantir o seu direito à mobilidade, uma vez que os voos são constantemente cancelados e alterados por falta de pilotos, tripulação e avarias nos aviões.

A população está farta de estar refém desta companhia aérea. Os doentes não conseguem voar para fazer os tratamentos, os medicamentos chegam estragados à ilha e os turistas cancelam as reservas porque não é fácil nem chegar nem sair das ilhas do triângulo dos Açores.

A SATA recusou entrevista à TVI dizendo não estar disponível nem para dar explicações.