A 8.ª sessão do julgamento da invasão à Academia do Sporting, realizada na terça-feira, ficou marcada por uma discussão entre um oficial de justiça e alguns dos arguidos, bem como pelos testemunhos de Manuel Fernandes, na altura elemento do scouting leonino, e de Paulo Cintrão, assessor de comunicação do clube.

Os arguidos em questão, adeptos da claque Juve Leo, resolveram escrever as iniciais dos nomes nos bancos em que se costumam sentar no Tribunal de Monsanto, em Lisboa. Um oficial de justiça apercebeu-se do sucedido, o que culminou numa discussão no interior da sala de audiências.

Na manhã desta quarta-feira vão testemunhar Raul José e Miguel Quaresma, que eram adjuntos de Jorge Jesus aquando do ataque.

Nesta 9.ª sessão do julgamento será ainda ouvido outro ex-membro da equipa técnica do Sporting, Nelson Pereira, que deve prestar declarações da parte da tarde.

De realçar ainda que, na terça-feira, o Sporting pediu para que os jogadores, que se encontram na lista de testemunhas do julgamento, prestem testemunho através de videoconferência. O clube de Alvalade sugere ainda outra possibilidade, em que os jogadores intimados pelo tribunal sejam ouvidos na sala de audiências, mas sem os arguidos estarem presentes na sala.