O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) aumentou, de amarelo para laranja, o aviso de mau tempo no grupo Central dos Açores, devido à previsão de vento forte até às 21:00.

Os grupos Central e Ocidental dos Açores estavam desde manhã sob aviso amarelo, devido à previsão de vento e precipitação fortes, mas o agravamento do estado do tempo justificou que o instituto subisse para laranja o aviso relativo ao vento no grupo Central, enquanto o grupo Ocidental já não está sob qualquer aviso de mau tempo.

Assim, as ilhas das Flores e do Corvo (grupo Ocidental), nos Açores, estiveram sob aviso amarelo entre as 06:42 e as 12:00, devido à passagem de uma superfície frontal fria, acompanhada de vento e chuva fortes.

Para as ilhas Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial (grupo Central), o IPMA emitiu o mesmo aviso, a vigorar a partir das 06:42, para a previsão de vento frio e forte, que às 12:45 subiu para laranja, e, a partir das 09:00, para o risco de precipitação e trovoada.

Os avisos para este grupo de ilhas do arquipélago dos Açores vão manter-se ativos durante todo o dia, até às 00:00.

O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores recomenda, entre outras medidas, que se mantenham limpos os sistemas de drenagem, bem como os adjacentes às residências e que não se circule sem necessidade.

Alerta ainda que, em locais não pavimentados, as águas podem causar erosão dos solos, levando à queda de muros, taludes, postes, entre outros.

Faro sob aviso amarelo

Em Portugal continental, o distrito de Faro foi colocado sob aviso amarelo, mas apenas a partir das 09:00 de domingo, até às 14:00 de segunda-feira, neste caso para a agitação marítima, que o IPMA prevê que se intensifique.

O aviso amarelo é o terceiro em termos de gravidade numa escala de cinco sendo relativo a situações de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O aviso laranja é o segundo de uma escala de quatro e indica situação meteorológica de risco moderado a elevado.

Alerta ainda que, em locais não pavimentados, as águas podem causar erosão dos solos, levando à queda de muros, taludes, postes, entre outros.