"Nenhuma das testemunhas arroladas pelos autores deste processo teve a ousadia de dizer que a falecida e o viúvo estavam, de facto, separados" afirmou, sublinhado que "o facto de viverem em casas diferentes não é prova".


"Os réus (pai e filha) não terão qualquer problema em respeitar uma decisão de terem o jazigo aberto em períodos convencionados ou em datas simbólicas mas não vão aceitar o regresso da urna ao jazigo 11, nem dar as chaves aos irmãos", declarou.