"O arguido quis provocar a morte""atuou de forma livre e voluntária"







"Hoje é um dia muito triste para o tribunal", comentou o juiz-presidente, dirigindo-se ao arguido, que chorava.

"O senhor era um homem bom, uma pessoa estimada e tranquila, mas praticou factos terríveis", censurou o magistrado, frisando a gravidade de o ato ter levado à morte a mulher com quem vivia o arguido há 49 anos e com a qual tivera cinco filhos.








Redação / MM