Também usados em caso de emergência







É um modelo que vale a pena estudar





Casa Própria



Monitorização é fundamental

Na primeira parte da conferência, participou igualmente a directora do Departamento de Planeamento Estratégico da Câmara de Lisboa, Teresa Craveiro, que também pertence à equipa do PLH, que chamou a atenção para as falhas na resolução do problema das Áreas Críticas de Reconversão e Recuperação Urbanística (ACRRU).

«Elas nem sempre estiveram acompanhadas dos planos necessários e não há vantagem em ter este instrumento se depois não se monitorizar», adiantou a directora.

A responsável sublinhou ainda que a substituição dos antigos Gabinetes de Apoio Local, que trabalhavam directamente com as juntas de freguesia, pelas Unidades Operativas de Planeamento (UOP), que só acompanham a obra, passando a gestão para o município, também não ajudou as operações de reabilitação urbana.

A conferência «(Re)Habitar Lisboa» marca o arranque da segunda fase do PLH, que deverá estar concluído em Junho.

Durante a tarde vão participar no encontro especialistas internacionais que mostrarão como países como o Brasil e o Reino Unido, resolveram alguns problemas de habitações degradadas e casas vazias.