«Os arguidos associaram a marca a produtos de má qualidade estética e artística. No entanto, não resultou qualquer prejuízo patrimonial da assistente com esta conduta dos arguidos», afirmou a magistrada.








«A própria empresa tinha conhecimento deste comportamento e tolerava-o porque pagava salários muito baixos aos seus pintores e seria uma forma de os compensar por essa circunstância permitindo-lhes obter rendimentos por outra via», disse a juíza.