"As algas vão fazer parte da dieta humana inevitavelmente, no futuro, e vamos consumir cada vez mais proteínas vegetais que animais", salientou Tiago Pitta e Cunha, realçando que a aposta irá para atividades sustentáveis na aquacultura e na pesca.




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"Há um setor que se vai desenvolver muitíssimo e para o qual haverá uma procura global cada vez maior que é o ligado a todos os recursos vivos do mar, não no sentido de continuarmos a pescar de forma insustentável, mas no sentido de termos de corrigir a forma como capturamos os stocks pesqueiros e de desenvolver uma aquacultura sustentável", resumiu Tiago Pitta e Cunha.


"Não vamos chegar a 2050 com a mesma proporção de 80-20 [percentagens de proteínas de origem terrestres e marinha] que se vai desequilibrar muito para o lado das proteínas de origem marinha, principalmente por causa da história do clima", apontou.







Redação / PP