O Ministério Público vai levar a julgamento dois homens que durante dois anos furtaram bens para os vender em plataformas eletrónicas, adianta a Procuradoria-geral Distrital de Lisboa (PGDL).

Entre setembro de 2013 e maio de 2015, foram colocados 10.092 anúncios de venda de bens roubados numa única plataforma.

O MP adianta que “está suficientemente indiciado” que, nesse período, um dos arguidos dedicou-se ao furto de bens, que depois os entregava ao outro arguido, que os recebia “cinte da proveniência ilícita”. Este vendia esses bens através de plataformas eletrónicas de compra e venda.

Os dois arguidos são acusados dos crimes de recetação, furto e detenção de arma proibida.

Durante as investigações foram apreendidos diversos objetos e muitos deles entregues aos seus donos.

A investigação foi realizada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, com a coadjuvação da PSP.