A ponte cedeu a 4 de Março de 2001. Dois automóveis e um autocarro de passageiros foram engolidos pelo rio e 36 corpos nunca foram encontrados. O acidente serviu de alerta para haver uma mudança de procedimentos na inspecção e conservação de pontes. A Estradas de Portugal garante hoje que já não existem os riscos do passado.

Neste momento, há sete por cento de pontes viadutos e passagens a cargo da estradas de Portugal que estão a precisar de obras . A empresa garante que há verbas disponíveis para a manutenção, até porque este trabalho não pode deixar de ser realizado.

«Esta é uma tarefa que não pode ficar sujeita a incertezas ou suspeições. Isto tem de ser sucessivamente e sempre realizada», garante Almerindo Marques, presidente das Estradas de Portugal.

Só no ano passado a Estradas de Portugal inspeccionou 3200 infra-estruturas, 300 das quais foram alvo de reabilitação. Um investimento de mais de 165 milhões de euros desde 2001 até agora.
Redação / PO