O avançado do Sporting, Luiz Phellype, revelou que foi sondado do Flamengo de Jorge Jesus em janeiro. 

«No começo da temporada saiu isso e eu soube que fizeram uma sondagem. Eles estavam em dúvida se ficariam só com Gabigol. Depois, falaram outra vez. Não houve uma proposta oficial, nunca ninguém me ligou. Acho que foi mais perguntas de valores, essas coisas», referiu, em entrevista à ESPN.

O brasileiro acrescentou ainda que vários emblemas perguntaram por ele ao seu representante. «Como estava a jogar bem e a marcar golos é normal os clubes perguntarem por mim. Peço ao meu empresário para falar comigo quando há coisas bem concretas, e enquanto são sondagens é só com ele. Quando chega algo oficial, ele diz-me. Mas havia bastantes sondagens. Eu pedi para não me contar para não pensar nisso e estar focado Sporting, que é um clube muito grande», disse.

O futebolista de 26 anos, recrutado ao Paços de Ferreira a meio da época passada, aproveitou ainda para fazer o ponto de situação da recuperação à rotura do ligamento cruzado anterior do joelho direito sofrida frente ao Marítimo, em janeiro.

«Tenho feito tratamento todos os dias dentro do clube, que me deu autorização especial para me tratar mesmo durante a pandemia de coronavírus. Está a correr tudo bem e estou a recuperar bem. Espero que daqui um mês esteja pronto para voltar aos treinos com a equipa», explicou. 

Luiz Phellype escolheu o jogo mais especial pelos leões e o momento mais marcante desta temporada a nível pessoal. 

«O meu pai e meu irmão, o Fabinho (jogador do São Paulo) foram a Alvalade pela primeira vez ver um jogo meu. Entrei na segunda parte contra o Moreirense, quando estava 0-0, e no primeiro lance fiz um golaço de cabeça depois de um cruzamento do Mathieu. Há anos que eles não me viam jogar. Foi o golo da vitória e muito especial», apontou antes de escolher o que mais o marcou esta época.

«Tive uma gastroenterite e fiquei três dias sem treinar, mas fui para o jogo caso acontecesse alguma emergência. Fomos para o Algarve, que fica a quatro horas de Lisboa. Estive quase dois dias sem comer e a soro. No domingo estava muito mal. Estávamos a perder contra o Portimonense, mas ganhámos com reviravolta. Entrei e ainda fiz o último golo [4-2]. Foi muito especial, porque a minha família estava no estádio e pela semana que tive.»