A seleção de sub-21 tem um jogo importantíssimo para disputar na qualificação para o Europeu da categoria, diante da Noruega.

Após a derrota com a Holanda, os comandados de Rui Jorge perderam margem de erro, ainda que o guarda-redes João Virgínia garanta um grupo motivado.

«O jogo contra a Holanda foi muito dividido, podia ter caído para os dois lados, mas sinto que a equipa continua muito confiante para os jogos que aí vêm», declarou, em conferência de imprensa.

Antes do jogo na Noruega, marcado para o dia 19, há, porém, uma outra partida, particular, diante da Eslovénia. Virgínia acredita que esse jogo pode ser um bom teste para o que se segue.

«Queremos vencer ambos os jogos e preparar cada vez melhor para chegar ao Europeu», resumiu.

Já sobre a competição pelo lugar de guarda-redes, o jogador que pertence aos quadros do Everton mas está emprestado ao Reading, defende que os três guarda-redes convocados estão preparados para jogar.

«Sempre um prazer e um privilégio estar aqui. Eu o Diogo Costa e o Max [Luís Maximiano] temos todas as capacidades para defender a baliza da seleção, depende da opção do mister», nota.

João Virgínia falou ainda sobre como foi passar para a baliza, ele que se iniciou no futebol a jogar à frente,

«Comecei a jogar à frente quando tinha seis anos, depois deixei o futebol e quando voltei, fui para a baliza porque na escola gostava de ir à baliza. E como tinha bons reflexos e era alto, começou a paixão pela baliza», recordou, sublinhando a mais-valia que a experiência como jogador de campo lhe traz.

«Essa experiência contribuiu para a melhoria do meu jogo de pés, que é muito importante no futebol atual. Hoje jogo facilmente com os dois pés», garante.

  
Adérito Esteves / Cidade do Futebol, Caxias