A FIGURA: João Victor, uma noite de segurança

É verdade que o guarda-redes do Alverca teve menos trabalho do que se esperaria, mas mesmo assim foi espelho da segurança que os ribatejanos demonstraram ao longo dos 90 minutos. Defendeu tudo o que havia para defender, nunca complicou e foi um dos destaques desta vitória histórica do emblema do Campeonato de Portugal. Vietto foi quem mais tentou do lado leonino, mas João Victor nunca cedeu.

O MOMENTO: Luan dá a estocada final no leão, minuto 56

A segunda parte tinha acabado, mas o Alverca não esperou muito para dar a estocada final no leão. Luan aproveitou uma bola perdida dentro da área, aos 56 minutos, e fez confirmou a festa ribatejana, para delírio dos muitos adeptos presentes.

OUTROS DESTAQUES

Alex

concretizou o sonho que todos os jogadores do Alverca devem ter tido durante esta semana: marcar ao Sporting. Só por isso merecia estar, mas o jovem de 22 anos mostrou-se útil em várias ocasiões. Esteve muito perto de bisar ainda na primeira parte, mas o cabeceamento saiu por cima.

Ronaldo

Teve a ingrata tarefa de defender Luiz Phellype durante quase todo o jogo e saiu-se bem. O avançado do Sporting caiu muito no seu raio de ação, mas Ronaldo não ficou a perder no duelo. Impôs-se fisicamente e nunca deixou Phellype ter as melhores condições para alvejar a baliza adversária ou causar estragos.

Vietto

O melhor do lado do Sporting e o melhor da primeira parte, de longe. Tal como Keizer, Silas colocou-o a partir do lado esquerdo do ataque, mas a zona de ação do argentino nunca se limitou por essa área. Pisou quase sempre terreno interiores, onde de resto foi tentando desequilibrar, algumas vezes com sucesso. Às vezes dá a ideia de que pensa e executa mais rápido do que o resto da equipa.

Doumbia e Jesé

Os piores da noite leonina. Mal no golo do Alverca, no qual deixou escapar nas suas costas Alex, Doumbia esteve muito trapalhão, fisicamente não se conseguiu impor e com bola deixou muito a desejar. Já Jesé somou mais uma exibição apagada (muitas decisões precipitadas) e tarda em justificar o estatuto de outrora.

Rafael Vaz