«O nosso estudo fornece a primeira evidência de alterações relacionadas com o amor na arquitetura subjacente do cérebro e os resultados lançam uma nova luz sobre os mecanismos do amor romântico», afirma o Professor o Xiaochu Zhang, da Universidade de Ciência e Tecnologia da China, em Hefei, que liderou o estudo, publicado na revista «Frontiers in Human Neuroscience».






Redação / AR