Tomás Araújo tem apenas 12 anos, joga videojogos desde 2018 e sabe que tem um vício que se agravou com a pandemia de covid-19. Chegou a jogar 10 horas sem parar. 

Pensam que o vício dos jogos não é nada, mas é quase igual ao vício das drogas e da bebida."

Numa entrevista à TVI, o jovem explicou que a certa altura começou a responder mal à família e não ía jantar quando a mãe o chamava.

O Tomás nunca estava presente e notávamos alguma agressividade nalgum tipo de respostas. Depois fui tendo o feedback da diretora de turma, no sentido em que o Tomás não respeitava, não acatava qualquer tipo de ordem", contou a mãe, Paula Gomes.

Os videojogos funcionam muitas vezes como 'válvula de escape' da realidade para as crianças e adolescentes. No entanto, o vício pode ser controlado através de intervenção médica. Numa situação limite, o internamento pode ser uma opção. 

Anabela Vaz Jacinto