“40% do seu poder de elevação advém da sua forma em asa. Os outros 60% resultam de estar cheio de hélio, mais leve que o ar. E é isso que faz a diferença: é uma fusão de várias tecnologias em conjunto. Por fim, tem baixas emissões de carbono. Somos muito ‘verdes’", afirma Chris Daniels, diretor de comunicação da Hybrid Air Vehicles.





 “Temos hélio dentro do casco, que é o que levanta toda a estrutura. Depois podemos carregá-lo. E tudo isso sobe, graças à aerodinâmica desta fuselagem, ou por força dos motores, com impulsos direcionados. Todo o casco é mantido sob pressão; não existe qualquer estrutura interna. Há só uma membrana, uma pele exterior. Isto é uma amostra do tecido. Como podem ver, é muito fino. Mas é incrivelmente resistente também”, explica Mike Durham, diretor técnico da Hybrid Air Vehicles.
 


 “Ele consegue aterrar na vertical, mesmo quando está muito pesado, completamente carregado. Para aterrar quase não precisa de espaço, menos até que o seu próprio comprimento. Não precisa sequer de uma "pista". Basta-lhe uma superfície razoavelmente plana. Pode aterrar na água, no gelo, num pântano, em qualquer superfície suficientemente plana”, revela o diretor-executivo da Hybrid Air Vehicles, Steve McGlennan.







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Paulo Bastos / NXT, O Próximo Passo, aos sábados às 10:30