A mais recente descoberta da equipa de cientistas da NASA traz entusiasmo à comunidade científica. Além de terem sido dois estagiários a encontrar o planeta, trata-se de uma “super Terra”, como os astrónomos a identificaram, encontrada na nossa “zona habitável" e que pode conter vida.

Terem sido os dois inexperientes jovens a fazer o achado espacial deixa na comunidade esperança de que o desenvolvimento futuro estará entregue a especialistas dedicados.

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Este planeta está a 226 anos-luz do nosso planeta, numa constelação chamada Taurus, e os especialistas dizem tratar-se de um corpo rico em rochas ou gás, semelhante a Neptuno.

De acordo com os investigadores da agência espacial dos Estados Unidos, a mais brilhante das duas estrelas do sistema deste planeta tem apenas metade do tamanho do Sol.

Este novo planeta orbita a outra estrela, mais pequena, com cerca de um terço do tamanho do sol, e demora 313 dias a dar uma volta completa.

Os estudantes Adina Feinstein, da universidade de Chicago, e Makennah Bristow, da universidade da Carolina do Norte, estagiam ao lado do astrónomo da NASA Joshua Schlieder.

Ao observarem e analisarem as informações recolhidas pelo telescópio Kepler, os alunos conseguiram desvendar o super planeta.

É uma descoberta fantástica devido à forma como foi feita, a órbita temperada do planeta e sobretudo porque planetas deste tamanho são relativamente incomuns”, afirmou a estagiária Adina.