“Estes dispositivos são seguros, aprovados pelos organismos reguladores e incluídos nas orientações, mas a sua inclusão no sistema de reembolsos fica para trás”, refere Fausto Pinto, concluindo que “os doentes podem ver atrasado o acesso aos tratamentos recomendados de vido a atrasos burocráticos”.


“A inovação em dispositivos cardiovasculares é desesperadamente necessária para travar uma epidemia de doenças cardiovasculares que são a principal causa de morte na Europa”, frisou o cardiologista.