Há várias décadas que chegaram à nossa sociedade, mas têm evoluído de forma inacreditável. Perto de três mil milhões de pessoas jogam videojogos de forma regular, uma atividade que pode também trazer problemas.

Em casa, na rua, no computador, no telemóvel, os ecrãs estão por todo o lado, e já não é preciso um salão de jogos ou uma consola com fios por todo o lado para ficarmos totalmente viciados.

Para quem trabalha nesta área, estima-se que um jogador totalmente profissional pode ganhar centenas de milhares de dólares por ano, entre ordenados e prémios de torneios.

Estes valores descem em Portugal, mas fixam-se em dezenas de milhares de euros, num mercado que gera receitas superiores ao desporto ou ao cinema, e que podem ascender aos 300 mil milhões de dólares, cerca de um terço em receitas diretas, e os restantes numa indústria paralela.

Existem mais utilizadores de Fortnite que de Netflix ou HBO", refere um responsável da Accenture à TVI.

Com a perspetiva de que as receitas continuem a subir, os especialistas indicam que Portugal é um dos 40 países que mais dinheiro gasta com este tipo de jogos, numa lista liderada pela China, com 35% dos jogadores. Seguem-se Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul ou o Canadá.

António Assis Teixeira