No dia 6 de maio de 2022 existe uma ínfima hipótese de o asteroide 2009 JF1 atingir a Terra. Ínfima porque a probabilidade é de 0,026% ou seja 1 em 3.800. A escala de Turim, que classifica o risco de colisão e o potencial destrutivo de asteroides e cometas, avalia o risco em 0 para o Asteroide 2009 JF1.

De acordo com a CNN, os cientistas dizem que não há motivos para grandes preocupações. O objeto pesa 2,8 mil toneladas, o que equivaleria ao peso de um pequeno prédio e seu diâmetro é de 13 metros, consideravelmente abaixo do que a ciência encara como “potencialmente perigoso”.

Ao entrar na alta atmosfera, os corpos de menor dimensão são fragmentados em vários bocados. Segundo os especialistas, os impactos deste asteroide poderão ser o de danificar telhados e janelas, mas o mais provável é que caia no oceano.

Dezenas de metros implicam danos locais importantes. Centenas de metros causariam danos regionais. Objetos acima de um quilômetro de diâmetro podem causar danos ao planeta todo. Esses são os responsáveis pelos eventos de extinção. O último desse tipo atingiu a Terra há 66 milhões de anos e causou a extinção dos dinossauros”, explicou um dos cientistas.

Todos os anos, inúmeros asteroides e meteoros pequenos caem na Terra.

Somos atingidos todos os dias. São as estrelas cadentes, todos já devem ter visto alguma. São pequenos objetos que entram na atmosfera e depois queimam-se por atrito com o ar. A grande maioria nem chega ao chão”.

Lara Ferin