A NASA, universidades e grupos privados norte-americanos estão a mobilizar meios para desenvolver sistemas de alerta capazes de detetar com antecedência o avanço de corpos celestes potencialmente devastadores, como o meteorito que caiu na Rússia.

«O programa da NASA está concentrado há vários anos na deteção de pequenos asteróides e têm sido feitos progressos», afirmou Lindsey Johnson, responsável pelo programa «Near-Earth Object Program Office», citado pela agência francesa AFP.

Segundo o responsável, «há dez anos não era possível detetar o 2012 DA14», o asteróide de 45 metros de diâmetro que, na sexta-feira passada, passou a apenas 27.860 quilómetros de distância da Terra.