A Web Summit já fez história e para os fãs de tecnologia e inovação fica o desejo do regresso da conferência no ano que vem. E depois dos elogios do criador do evento, o irlandês Paddy Cosgrave, de 26 anos, à organização portuguesa, restavam os números finais de quem passou e se “conectou” com qualquer plataforma tecnológica ao longo dos três dias do maior acontecimento do setor que se realizou na FIL - Feira Internacional de Lisboa.

De acordo com um comunicado enviado às redações, passaram pela Web Summit mais de 53 mil pessoas, oriundas de 166 países, que ouviram 677 oradores e se relacionaram de perto com 1.490 startups de todo o mundo.

E quase metade dos visitantes foram mulheres, o que de acordo com os responsáveis se deve à iniciativa “Women in Tech”.

Se olharmos para as visualizações na maior rede social do planeta, o Facebook, a Web Summit mania ultrapassa os 4 milhões. Como muitos dos que não conseguiram estar presentes a assistirem através deste interface a muitas das “conversas” que decorreram na arena do congresso. Ao todo, via streaming foram atingidas mais de 4 milhões de visualizações.

Nada disto seria possível sem tecnologia e, por isso, havia 37 mil quilómetros de fibra, “o suficiente para chegar ao pico do Monte Everest quatro vezes”, refere ainda a organização.  

Como as app eram rainhas, pela aplicação da Web Summit passaram quase dois milhões de mensagens.

E porque era um evento em Portugal, apesar de falado em inglês, houve referências bem nacionais, como nos mini quiosques de venda de produtos alimentares, nas áreas de recreio e intervalo, com assinatura nacional.

Mas a organização destaca em produtos top: o pastel de nata, para dizer que se comeram 97 mil deste ex-libris da doçaria portuguesa em três dias de Web Summit. Água na boca? Vai ter que esperar por 2017.

Redação / ALM