“As crianças saíam a correr, a gritar e a chorar, quando me viam. Há coisas piores do que morrer. Pensei durante anos que ia morrer como fiquei depois do acidente. Nunca pensei estar aqui sentado, depois de um transplante da cara”, disse, à New York Magazine.




The Telegraph






“Uma pessoa que olhe por acaso não vai perceber que há algo diferente”, explicou o cirurgião Eduardo Rodriguez.



“Antes costumavam olhar para mim na rua a toda a hora, mas agora sou apenas um homem normal”.